<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<rss version="2.0"><channel><title>CardioClick</title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?]]></link><description>Site CardioClick</description><language>pt-br</language><copyright><![CDATA[2002-2006 - Laboratórios Pfizer Ltda. Todos os direitos reservados]]></copyright><item><title><![CDATA[Peito de Chester ao Molho de Laranja]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=Receitas&s_titulo=178]]></link><description><![CDATA[<b>Ingredientes</b><br/>
1 peito de chester<br/>
1 copo de suco de laranja (250 ml)<br/> 
1 copo de guaraná light (250 ml)<br/>
Suco de 1 limão<br/>
1 cebola ralada<br/>
1 dente de alho<br/>
1 colher de sopa de margarina light<br/> 
1 folha de louro<br/>
1 colher de chá de tomilho<br/>
Sal e orégano a gosto.<br/><br/>
<b>Preparo</b><br/>
Coloque todos os temperos em uma vasilha, junto com o suco de laranja, o de limão e o guaraná. Faça vários furos pequenos no chester com uma faca pontuda e deixe-o mergulhado neste tempero por cerca de 12 horas. Coloque o chester em uma assadeira, despeje metade do molho por cima dele, juntamente com a margarina light, e asse em forno médio coberto por papel alumínio por 40 minutos. Na metade do tempo, regue com o molho restante. Após os 40 minutos, tire o papel alumínio, volte a regar e deixe no forno até dourar.<br/><br/>
* Obs: o sal deve ser utilizado com moderação para hipertensos ou utilizar sal dietético.<br/><br/>
<b>Extras</b><br/>

Rendimento: 8 porções<br/>
129 kcal/porção<br/><br/><br/><br/>
Maria Fernanda Naufel<br/>
CRN 17.841-SP]]></description></item><item><title><![CDATA[Farofa dourada]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=Receitas&s_titulo=252]]></link><description><![CDATA[<p><strong>Ingredientes&nbsp;<br />
</strong>400 g de farinha de mandioca;<br />
&frac12; ma&ccedil;o de hortel&atilde;s;<br />
25 ml de &oacute;leo de canola;<br />
25 g de margarina light sem gordura trans;<br />
&frac12; cebola picada;<br />
300 g de ab&oacute;bora ralada com casca;<br />
&frac12; ma&ccedil;o de salsinhas picada;<br />
&frac12; ma&ccedil;o de cebolinhas picada;<br />
Sal a gosto.</p>
<p><strong>Preparo</strong><br />
Aque&ccedil;a a margarina com o &oacute;leo e refogue a cebola.&nbsp;Adicione a ab&oacute;bora e refogue mais um pouco.&nbsp;Adicione a hortel&atilde;, a salsinha e a cebolinha.&nbsp;Junte a farinha de mandioca, misture bem e tempere com sal.<br />
Sirva a seguir.</p>
<p><strong>Extras</strong></ br>
<p>Rendimento: 10 por&ccedil;&otilde;es<br />
190 kcal / por&ccedil;&atilde;o</p>
<p>* Obs: o sal deve ser utilizado com modera&ccedil;&atilde;o para hipertensos ou utilizar sal diet&eacute;tico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Maria Fernanda Naufel<br />
CRN 17.841-SP&nbsp;<br />
&nbsp;</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Barriga saliente traz mais prejuízos à saúde do que problemas estéticos]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=SaiunaMidia&idMateria=41]]></link><description><![CDATA[<p style="text-align: center"><em>Conheça razões para dar adeus à gordura no ventre e aprenda como eliminá-la</em></p>
<p style="">Veja razões, muito além da estética, para dar adeus à gordura que se instala no ventre e as medidas essenciais para eliminá-la de uma vez por todas <br />
O abdômen avantajado se tornou o símbolo do que muitos cientistas e profissionais de saúde acreditam ser um dos males mais proeminentes do século 21: a síndrome metabólica, uma conjugação de problemas que, além da dura barriga de chope, engloba o colesterol alto, a hipertensão e o diabete.</p>
<p style="">A famosa pança, no entanto, é apenas a ponta do iceberg. A gordura que estufa o ventre e se esconde entre órgãos como fígado e intestino é capaz de fazer naufragar o organismo.</p>
<p style=""><em>“Chamada de visceral, é como se ela se depositasse no lugar errado”, diz a endocrinologista Maria Teresa Zanella, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. </em></p>
<p style="">Mas dá para enxugar a cintura e exterminar o perigo, com a ajuda de um time de especialistas. Veja a seguir:</p>
<p style=""><strong>Ela causa diabetes </strong></p>
<p style="">Diferentemente de muita gente barriguda — e até os magros podem ser barrigudos, lembre-se disso —, as células que estocam gordura na região abdominal não costumam ser sedentárias. <br />
São mais ativas do que se imagina. Nessa região, elas vivem fabricando substâncias que destrambelham algumas funções do organismo. <br />
Além disso, sua gordura tem a capacidade de migrar e fixar moradia em locais como o fígado.</p>
<p style="">Ali, está por trás de alterações que deixam essa glândula confusa, deflagrando uma produção excessiva de glicose. <br />
Para suprir a necessidade de insulina, o hormônio que bota todo esse açúcar para dentro das células, entra em cena o pâncreas, que enlouquece na tentativa de atender à enorme demanda.</p>
<p style=""><em>“Mas essa gordura estocada no ventre também promove a liberação de muitos ácidos graxos livres”, explica o endocrinologista Marcos Tambascia, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. </em></p>
<p style=""><em>“E eles, por sua vez, impedem a ação correta da insulina”, completa. Daí, como a substância não consegue cumprir sua missão, sobra açúcar e abrem-se as portas ao diabete tipo 2. </em></p>
<p style=""><strong>Favorece a hipertensão </strong></p>
<p style="">O corpo que exibe uma barriga saliente fica refém de um verdadeiro efeito dominó. Para dar cabo de tanta glicose correndo pelas veias — conseqüência número 1 da cintura larga —, o organismo intensifica cada vez mais a produção de insulina, até não dar mais conta do recado.</p>
<p style="">“<em>A elevação dos níveis desse hormônio acarreta um aumento da atividade do sistema nervoso simpático, que ordena uma maior contração dos vasos sangüíneos”, explica Maria Teresa. </em></p>
<p style="">“Sem contar que os rins passam a reabsorver mais sódio.” O resultado desse combinado: a pressão vai às alturas.  Aumenta o risco de infarto e derrame</p>
<p style="">“As células gordurosas localizadas na barriga produzem substâncias inflamatórias relacionadas a doenças cardiovasculares”, afirma o cardiologista Heno Lopes, do Instituto do Coração, em São Paulo.</p>
<p style="">Nas pessoas com cintura farta, há geralmente gordura em demasia na circulação. Nesse cenário, predominam moléculas de LDL, o colesterol ruim. <br />
Elas podem se alojar na parede de um vaso, disparando um processo inflamatório. Em meio a essa reação, forma-se uma placa que fechará a passagem do sangue — e essa é a origem dos infartos e derrames.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Uma boa noite de sono previne doenças do coração]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=SaiunaMidia&idMateria=34]]></link><description><![CDATA[<p style="text-align: justify">Dormir pouco para aproveitar o dia ou fazer todas as atividades do cotidiano pode ser perigoso e trazer problemas mais graves que a simples lentidão de raciocínio e a falta de atenção. Uma boa noite de sono é importante para manter o coração saudável, e a falta dele pode colaborar para o desenvolvimento de problemas cardíacos.</p>
<p style="text-align: justify">É o que concluiu uma pesquisa recente feita por cientistas de universidades inglesas. Eles mostraram que adultos que dormiam em torno de sete horas por noite e passaram a dormir cinco ou menos tiveram 70% mais chances de morrer, de 11 a 17 anos depois, em relação aos que continuaram dormindo sete horas.</p>
<p style="text-align: justify">Já o risco de o motivo da morte ser um problema do coração foi o dobro. Isso significa que é importante encontrar tempo para dormir o necessário para evitar problemas a longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify">A pesquisa conclui que dormir em média sete horas por noite é ótimo para a saúde em termos de prevenção. Isso porque, além dos efeitos maléficos da privação de sono, o aumento da necessidade de horas dormindo também pode significar problemas.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Obesidade prejudica paternidade]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=SaiunaMidia&idMateria=42]]></link><description><![CDATA[<p style="text-align: justify">Estudo da Universidade de Oxford, Reino Unido, revelou que entre 25 mil casais investigados, 36% dos homens com problemas de fertilidade eram obesos e 20% estavam com sobrepeso. Klim McPherson, coordenador das pesquisas, diz que os resultados assustam, porque h&aacute; proje&ccedil;&otilde;es de que 23% dos garotos e 37% das meninas que hoje t&ecirc;m entre 11 e 15 anos ser&atilde;o obesos em 2050.<br />
<br />
De acordo com a especialista em Medicina Reprodutiva, doutora Silvana Chedid, v&aacute;rios estudos comprovam que homens acima do peso t&ecirc;m espermas de pior qualidade, enfrentando dificuldades para ter filhos. &quot;Em alguns casos, perder peso contribui para aumentar as chances de concep&ccedil;&atilde;o. O problema se agrava quando, al&eacute;m de estar acima do peso, o homem tem mais de 40 anos e &eacute; fumante. Isto sem falar que estresse, polui&ccedil;&atilde;o, sedentarismo e falta de alimenta&ccedil;&atilde;o adequada tamb&eacute;m influenciam negativamente nesse processo&quot;. <br />
<br />
A especialista observa que os homens tamb&eacute;m est&atilde;o deixando para sentir as alegrias da paternidade mais tarde. &quot;H&aacute; bem pouco tempo, os jovens se casavam aos vinte e poucos anos e antes dos 30 j&aacute; tinham constitu&iacute;do fam&iacute;lia. Hoje, aos 30 eles ainda est&atilde;o se dedicando &agrave; carreira e muitos moram at&eacute; com os pais. Adiam os relacionamentos est&aacute;veis e a paternidade, enfrentando, obviamente, os problemas gerados com essa decis&atilde;o. &Eacute; nesse ponto que a ci&ecirc;ncia socorre, porque atualmente h&aacute; m&eacute;todos muito eficientes para tratar a infertilidade masculina&quot;.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Apenas 30% dos biscoitos são ]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=SaiunaMidia&idMateria=44]]></link><description><![CDATA[<p>Mesmo com as&nbsp;press&otilde;es do governo e da sociedade, ainda s&atilde;o encontrados nos supermercados muitos alimentos ricos em gordura trans. Dos biscoitos vendidos no pa&iacute;s, por exemplo, apenas 30% sao considerados &quot;zero trans&quot;, de acordo com a Abia (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias da Alimenta&ccedil;&atilde;o). <br />
<br />
No ano passado, representantes das ind&uacute;strias e dos governos de toda a Am&eacute;rica se reuniram em Washington, por iniciativa da OMS (Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de), para discutir formas de livrar o continente da gordura trans. Um dos pontos de consenso foi que as medidas volunt&aacute;rias da ind&uacute;stria n&atilde;o s&atilde;o suficientes. Por isso, os governos devem intervir com &quot;medidas de regula&ccedil;&atilde;o para proteger de maneira mais r&aacute;pida e eficaz a sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o&quot;. <br />
<br />
Um ano depois, em junho passado, esse mesmo grupo voltou a se reunir, dessa vez no Rio, e chegou &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o se havia avan&ccedil;ado muito. O documento final do encontro imp&ocirc;s aos governos que concedam incentivos fiscais aos fabricantes e aos agricultores para que descubram e adotem mat&eacute;rias-primas alternativas. <br />
<br />
No Brasil, at&eacute; agora, a &uacute;nica medida concreta do governo foi a inclus&atilde;o, em 2006, do item &quot;gordura trans&quot; na tabela nutricional impressa no r&oacute;tulo dos alimentos. <br />
<br />
O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de discute com os fabricantes a ado&ccedil;&atilde;o de prazos para que os supermercados fiquem livres dessa gordura, como ocorre no Canad&aacute; e na Dinamarca. O governo espera obter algum compromisso da ind&uacute;stria at&eacute; o final do ano. <br />
<br />
A gordura trans aumenta o LDL (colesterol ruim) e diminui o HDL (colesterol bom) no sangue. Essa combina&ccedil;&atilde;o causa aterosclerose, um perigoso ac&uacute;mulo de placas de gordura na parede dos vasos sang&uuml;&iacute;neos. Isso, em casos extremos, resulta em ataque card&iacute;aco e AVC (acidente vascular cerebral), os males que mais matam no Brasil.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[4º Prêmio Latino-americano de Jornalismo em Saúde  Cardiovascular]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=SaiunaMidia&idMateria=45]]></link><description><![CDATA[<p>A Sociedade Interamericana de Cardiologia, com o apoio da Pfizer, está com inscrições abertas para o <em>4º Prêmio Latino-Americano de Jornalismo em Saúde Cardiovascular.</em> Trata-se de uma iniciativa que tem como objetivo estimular a prevenção de doenças cardiovasculares na população da América Latina.</p>
<p><strong><a href="http://www.cardioclick.com.br/imagens/midia/ficha_concurso_jornalismo4.doc" target="_blank"><font color="#0066FF">Clique aqui e faça o download da ficha de inscrição</font></a>.</strong></p>
<div><b>Introdução</b></div>
<div> </div>
<div>O <i>Prêmio Latino-Americano de Jornalismo em Saúde Cardiovascular</i> foi criado para gerar conhecimento e educação sobre de doenças cardiovasculares. Mais de 480 jornalistas de 14 países da América Latina participaram da premiação nas edições anteriores.</div>
<div> </div>
<div>Todos os meios de comunicação que abordam temas relacionados à conscientização e informação sobre doenças cardiovasculares e tabagismo podem participar desta iniciativa.</div>
<div> </div>
<div>O <i>4º Prêmio Latino-Americano de Jornalismo em Saúde Cardiovascular </i>é uma realização da Sociedade Interamericana de Cardiologia, presente em mais de 20 países da América Latina, com o apoio da Pfizer.</div>
<div> </div>
<div><b>Orientações<span>                              </span></b></div>
<div><b> </b></div>
<div>1. Serão aceitos os trabalhos que tenham sido publicados nos seguintes meios de comunicação:</div>
<div> </div>
<ul>
    <li>Rádio</li>
    <li>Televisão</li>
    <li>Jornal</li>
    <li>Revista</li>
    <li>Internet</li>
    <li>Agências de notícias</li>
</ul>
<div><b> </b></div>
<div>2. Serão aceitos apenas dois trabalhos por jornalista.</div>
<div> </div>
<div>3. Os trabalhos podem ser individuais ou em equipe. Porém, o prêmio será entregue por trabalho e não por participante.</div>
<div> </div>
<div>4. O trabalho deve ter sido publicado entre 1º de setembro de 2008 e 31 de agosto de 2009.</div>
<div> </div>
<div>5. A inscrição pode ser feita a partir de junho de 2009 por correio eletrônico (e-mail): <a href="mailto:premio.cardiovascular@cdn.com.br">premio.cardiovascular@cdn.com.br</a>.</div>
<div> </div>
<div>6. Todos os trabalhos impressos (jornais e revistas) ou publicados online (de sites ou agências de notícias) devem ser enviados em formato Word (arquivos em formato doc), acompanhados da imagem do trabalho (formato PDF, por exemplo). Se a reportagem inscrita for de rádio ou televisão, os arquivos poderão ser enviados por e-mail, caso estejam digitalizados. Os trabalhos em CD, DVD ou fita VHS devem ser enviados por correio (CDN - Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.601, 9º andar, Jardim Paulistano, São Paulo – SP. CEP: 01452-000).</div>
<div> </div>
<div>7. Não serão aceitos trabalhos incompletos.</div>
<div> </div>
<div>8. Não serão aceitos trabalhos em nome de outra pessoa que não seja o autor.</div>
<div> </div>
<div>9. Ao inscrever um trabalho no prêmio, o autor abre mão dos direitos sobre a obra para uso do organizador.</div>
<div> </div>
<div>10. Protocolos de pesquisas médicas, livros e sites de Internet sobre saúde em geral não serão aceitos.</div>
<div> </div>
<div>11. Somente trabalhos jornalísticos relacionados ao tema saúde cardiovascular e tabagismo serão aceitos.</div>
<div> </div>
<div>12. A decisão do júri é inapelável.</div>
<div> </div>
<div>13. Não haverá censura às reportagens inscritas ao prêmio, desde que estas estejam de acordo com o regulamento.</div>
<div> </div>
<div><b>Importante:</b></div>
<div> </div>
<div>Se o trabalho não respeitar o regulamento estabelecido e mencionado acima, será automaticamente desclassificado sem aviso prévio.</div>
<div> </div>
<div><b>Categorias</b></div>
<div><b> </b></div>
<div>O <em>Prêmio Latino-Americano de Jornalismo em Saúde Cardiovascular</em> está estruturado da seguinte forma:</div>
<div> </div>
<div>1. Imprensa escrita, que inclui reportagens publicadas em jornais, revistas, agências de notícias e internet.</div>
<div>2. Imprensa eletrônica, que inclui matérias em rádio.</div>
<div>3. Programas de televisão.</div>
<div> </div>
<div>Para cada divisão há duas categorias:</div>
<div>1. Melhor reportagem na área de saúde cardiovascular e tabagismo</div>
<div>2. Melhor entrevista com paciente e/ou líder de opinião</div>
<div> </div>
<div><b>Júri</b></div>
<div> </div>
<div>Cada trabalho será avaliado por um júri independente, formado por um grupo de profissionais da saúde reconhecidos internacionalmente, bem como representantes do jornalismo da área da saúde e do âmbito acadêmico. O júri será multidisciplinar, composto por membros de diferentes países latino-americanos. A Pfizer não compõe o júri, nem tem participação na avaliação dos trabalhos.</div>
<div> </div>
<div><b>Avaliação</b></div>
<div> </div>
<div>O júri avaliará os seguintes quesitos: criatividade, pesquisa do tema, números e dados estatísticos apresentados, impacto que a reportagem tem para o público em geral quanto à conscientização e educação.</div>
<div> </div>
<div><b>Qualificação</b></div>
<div> </div>
<div>Cada membro do júri dará uma nota para os trabalhos. Posteriormente, será feita uma média de todas as notas, obtendo assim os melhores trabalhos da região.</div>
<div> </div>
<div><b>Premiação</b></div>
<div> </div>
<div>Um júri independente estará encarregado de selecionar um primeiro lugar de cada uma das três divisões e de cada categoria. Serão, no total, seis primeiros colocados.</div>
<div><b>Ranking regional</b></div>
<div>Cada primeiro lugar receberá por parte da Sociedade Interamericana de Cardiologia US$ 3.500.</div>
<div><b>Ranking local</b></div>
<div>Cada primeiro lugar receberá por parte da Pfizer Brasil R$ 2.000.</div>
<div> </div>
<div>Cada vencedor será previamente notificado.</div>
<div> </div>
<div><b>Entrega dos trabalhos</b></div>
<div> </div>
<div>A inscrição pode ser feita por correio eletrônico (e-mail): <a href="mailto:premio.cardiovascular@cdn.com.br">premio.cardiovascular@cdn.com.br</a></div>
<div>A data final para entrega dos trabalhos é 31 de agosto de 2009.</div>
<div> </div>
<div><b>Contato</b></div>
<div>Para obter mais informações sobre o prêmio, ligue para (11) 3643-2774, com Eliana Aguiar. Você também pode escrever para <a href="mailto:premio.cardiovascular@cdn.com.br">premio.cardiovascular@cdn.com.br</a>.</div>]]></description></item><item><title><![CDATA[Narguilé equivale a 100 cigarros, mostra estudo da UnB]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=SaiunaMidia&idMateria=46]]></link><description><![CDATA[<p>Os aromas doces de ma&ccedil;&atilde;, morango, hortel&atilde; e a &aacute;gua que queima o tabaco d&atilde;o a impress&atilde;o de que se trata de algo que n&atilde;o vai causar mal. Mas um estudo da Universidade de Bras&iacute;lia (UnB), divulgado este m&ecirc;s, mostra que uma sess&atilde;o de narguil&eacute; equivale a nada menos do que fumar 100 cigarros. A quantidade de fuma&ccedil;a e subst&acirc;ncias t&oacute;xicas inaladas nos dois casos &eacute; a mesma. <br />
<br />
O cachimbo d&rsquo;&aacute;gua tem concentra&ccedil;&otilde;es de nicotina que giram em torno de 4% enquanto o cigarro tem em m&eacute;dia 2% da subst&acirc;ncia. Al&eacute;m disso, segundo o pneumologista Carlos Alberto Viegas, autor do estudo, as sess&otilde;es de narguil&eacute;, de at&eacute; 80 minutos, exp&otilde;em o fumante por mais tempo aos malef&iacute;cios do tabaco. Um cigarro comum costuma ser consumido em oito minutos. S&atilde;o 12 baforadas contra 200. &ldquo;Resolvi estudar o assunto porque fiquei preocupado com o desconhecimento da popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse. <br />
<br />
Entre eles est&aacute; o de que a &aacute;gua aquecida filtra as impurezas do tabaco. Mas apenas 5% das subst&acirc;ncias s&atilde;o retidas, de acordo com os dados levantados pelo pesquisador. Outra falsa informa&ccedil;&atilde;o que circula entre os adeptos do narguil&eacute; &eacute; de que ele n&atilde;o vicia. As altas concentra&ccedil;&otilde;es de nicotina denunciam o engano. Tamb&eacute;m se deve levar em considera&ccedil;&atilde;o que o ato de compartilhar a biqueira com outras pessoas pode transmitir doen&ccedil;as como herpes e hepatite.<br />
<br />
<b>Ritual</b><br />
<br />
Os adolescentes s&atilde;o os que mais t&ecirc;m se rendido ao ritual do narguil&eacute;. Nos finais de semana, antes da balada, &eacute; comum trocar a &aacute;gua por vodca ou whisky, e ficar b&ecirc;bado enquanto fuma. No ano passado, uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia em S&atilde;o Paulo identificou que 16% dos estudantes de ensino fundamental e m&eacute;dio em S&atilde;o Paulo j&aacute; tinham experimentado o fumo. &ldquo;O jovem &eacute; atra&iacute;do pelo ritual, semelhante ao do cachimbo da paz&rdquo;, diz a psic&oacute;loga do comit&ecirc; antifumo da SBC, Silvia Cury. &ldquo;E al&eacute;m disso, eles t&ecirc;m a aprova&ccedil;&atilde;o dos pais, que desconhecem os malef&iacute;cios do produto.&rdquo;</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://www.ig.com.br">www.ig.com.br</a> - 30/01/2009</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Consumo de ovos não causa aumento excessivo de colesterol, diz estudo]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=SaiunaMidia&idMateria=48]]></link><description><![CDATA[<p>Um estudo realizado por pesquisadores brit&acirc;nicos chegou &agrave; conclus&atilde;o de que, ao contr&aacute;rio do que diz a cren&ccedil;a popular, o consumo de ovos n&atilde;o provoca um aumento excessivo de colesterol, nem causa riscos de infarto.</p>
<div>O relat&oacute;rio elaborado por dois especialistas da universidade inglesa de Surrey confirmou que o verdadeiro perigo para o colesterol est&aacute; na gordura saturada.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Segundo a cren&ccedil;a popular, a presen&ccedil;a deste elemento na gema seria a causa do aumento do n&iacute;vel de colesterol no sangue.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Al&eacute;m disso, mais de 40% dos brit&acirc;nicos acreditam que deve-se comer, no m&aacute;ximo, tr&ecirc;s ovos por semana, para prevenir problemas de sa&uacute;de.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Entretanto, os pesquisadores conclu&iacute;ram que o efeito do colesterol presente nos ovos &eacute; insignificante do ponto de vista cl&iacute;nico.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>No estudo, os cientistas constataram que apenas um ter&ccedil;o do colesterol sangu&iacute;neo se origina na dieta.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Os ingleses ainda afirmaram que os outros fatores que aumentam os n&iacute;veis de gordura no sangue - e o risco de infarto - s&atilde;o o fumo, o sedentarismo e a obesidade.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&quot;Deve-se corrigir este erro enraizado que vincula o consumo de ovos ao alto colesterol no sangue&quot;, disse o professor Bruce Griffin.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&quot;A quantidade de gorduras saturadas na dieta exerce um efeito no colesterol sangu&iacute;neo que &eacute; muito maior que a relativamente pequena quantidade de colesterol dos ovos&quot;, acrescentou.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Griffin tamb&eacute;m garantiu que as pessoas n&atilde;o precisam limitar o consumo deste alimento.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&quot;As pessoas n&atilde;o devem fazer limita&ccedil;&otilde;es do consumo de ovos. Elas podem at&eacute; ser encorajadas a inclu&iacute;-los em uma dieta saud&aacute;vel, j&aacute; que s&atilde;o altamente nutritivos&quot;, disse.</div>
<p><b>Fonte: </b><a target="_blank" href="http://www.abril.com.br">www.abril.com.br</a> - 10/02/2009</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Síndrome metabólica aumenta risco cardíaco por ingestão de sal]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=SaiunaMidia&idMateria=50]]></link><description><![CDATA[<p>O sal afeta em maior medida o n&iacute;vel de tens&atilde;o arterial dos pacientes com s&iacute;ndrome metab&oacute;lica, uma patologia que combina uma s&eacute;rie de transtornos que aumentam o risco cardiovascular, segundo estudo publicado hoje na edi&ccedil;&atilde;o digital da revista inglesa &quot;The Lancet&quot;.</p>
<div>A s&iacute;ndrome metab&oacute;lica aumenta a possibilidade de o paciente sofrer doen&ccedil;as coron&aacute;rias e seus sintomas s&atilde;o obesidade abdominal, hiperglicemia, hipertens&atilde;o, baixos n&iacute;veis de HDL ou "bom colesterol" e uma alta concentra&ccedil;&atilde;o de triglicer&iacute;deos.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Os m&eacute;dicos consideram que uma pessoa sofre s&iacute;ndrome metab&oacute;lica quando tem pelo menos tr&ecirc;s dos crit&eacute;rios expostos.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Segundo uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, dirigidos pelo doutor Jing Chen, a presen&ccedil;a desta s&iacute;ndrome em um indiv&iacute;duo provoca maior reten&ccedil;&atilde;o de s&oacute;dio do que um organismo s&atilde;o, o que se reflete na tens&atilde;o arterial.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Para realizar o estudo, os pesquisadores analisaram 1.906 indiv&iacute;duos n&atilde;o diab&eacute;ticos, dos quais mediu tens&atilde;o arterial, peso, n&iacute;veis de glicose e colesterol no sangue.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Uma vez realizados os exames, os indiv&iacute;duos passaram sete dias sob dieta com pouco sal e, em seguida, receberam outra dieta com altas concentra&ccedil;&otilde;es de s&oacute;dio durante a semana seguinte.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Ao longo deste per&iacute;odo, os pesquisadores foram analisando a evolu&ccedil;&atilde;o da tens&atilde;o arterial em cada um dos indiv&iacute;duos.</div>
<div>Eles descobriram que 283 dos 1.881 pacientes que completaram o estudo apresentavam s&iacute;ndrome metab&oacute;lica e haviam mostrado mais sens&iacute;veis &agrave; ingest&atilde;o de sal do que o grupo sem esta patologia. EFE</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://www.g1.com.br/"><font color="#333333">www.g1.com.br</font></a>&nbsp;- 16/02/2009</div>]]></description></item><item><title><![CDATA[Brasileiros consomem mais que o dobro da quantidade diária recomendada de sódio]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=SaiunaMidia&idMateria=52]]></link><description><![CDATA[<p> Em tese, defende a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário de sódio deve se restringir a 2 g, o que equivale a 5 g de sal de cozinha, a mais rica fonte do mineral. Doenças decorrentes da hipertensão arterial, câncer gástrico e osteoporose são três dos problemas de saúde que especialistas têm associado ao elevado consumo de sódio. Entretanto, além de estar em grande quantidade no sal que tempera a comida preparada em casa, o mineral se apresenta em exageradas proporções nos alimentos industrializados – um pacote de biscoito tipo cracker, apenas, já contém 0,6 g, mais de um quarto acima do recomendado. Pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública, da Universidade de São Paulo (USP), ratificaram o que já era de se esperar: “o consumo de sódio no Brasil excede largamente a recomendação máxima para esse nutriente em todas as macrorregiões brasileiras e em todas as classes de renda”, dizem os autores, que fizeram a estimativa dos anos 2002 e 2003. O resultado será publicado na próxima edição da Revista de Saúde Pública.</p>
<div> Para realizar o trabalho, Rafael Moreira Claro e colegas analisaram dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares, feita no país entre julho de 2002 e junho de 2003. Dessa forma, quase 100 mil registros de aquisição de alimentos efetuados por uma amostra probabilística de 48.470 domicílios localizados em 3.984 setores censitários foram estudados. Tabelas de composição de alimentos foram utilizadas para a conversão dos registros das aquisições de alimentos em nutrientes. A partir de então, eles calcularam a disponibilidade média de sódio por pessoa diariamente e a disponibilidade média ajustada para um consumo energético equivalente a 2.000 kcal.</div>
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<div>“Para o país como um todo, a quantidade de sódio disponível para consumo foi de 4,5 gramas por pessoa por dia, portanto mais de duas vezes superior ao limite máximo de consumo de 2 g. Em nenhuma região brasileira a disponibilidade domiciliar de sódio foi inferior a 4 g”, afirmam.</div>
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<div>Quanto à proveniência do sódio disponível para consumo nos lares brasileiros, cerca de 71,5% estão no sal de cozinha, 4,7% nos condimentos à base de sal – como tabletes de caldo –, 15,8% em alimentos processados com adição de sal, 6,6% em alimentos in natura e 1,4% em refeições prontas. Entretanto, os dados podem estar muito homogeneizados, se lembrarmos que produtos industrializados congelados e refrigerantes, ricos em sódio, podem ser consumidos diariamente por pessoas com maior renda.</div>
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<div>Por isso, segundo os nutricionistas, a contribuição do sal de cozinha e dos condimentos à base de sal decresceu de forma linear com o aumento da renda, variando de 83,8% no quinto da população de menor renda a 62,5% no quinto de maior renda. “Por outro lado, a contribuição de alimentos processados com adição de sal apresentou relação direta com a renda per capita, aumentando duas e meia vezes do quinto de menor (9,7% do total de sódio) para o quinto de maior renda (25% do total de sódio)”, consideram.</div>
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<div>A diretriz número 6 do Guia Alimentar – instrumento para informar profissionais de saúde acerca das orientações que devem ser dadas à população –, elaborada pela Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição (CGPAN), do Ministério da Saúde, entretanto, trata o sódio como sinônimo de sal, colocando o segundo termo entre parênteses após o primeiro. Dessa forma, recomenda a ingestão máxima de 5 g de sal diariamente (equivalente a 2 g de sódio, o limite sugerido), sem considerar, como mostram os dados acima, que o mineral presente não no sal de cozinha, mas em alimentos processados, pode chegar a constituir um quarto da quantidade total consumida. </div>
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<div><b>Fonte:<i> </i></b>Agência Notisa (Science Journalism - Jornalismo Científico) - 19/02/2009</div>]]></description></item><item><title><![CDATA[Rótulos de alimentos para crianças escondem risco de obesidade]]></title><link><![CDATA[http://www.cardioclick.com.br/index.asp?Fuseaction=SaiunaMidia&idMateria=54]]></link><description><![CDATA[<p><i>Principal motivo para reprovação das embalagens é erro nas informações nutricionais</i></p>
<div>Pesquisa do Instituto Adolfo Lutz atestou que rótulos de alimentos preferidos por crianças "escondem" as informações sobre o risco da obesidade infantil. Análise de 153 embalagens de bolachas, bombons e salgadinhos mostra que nenhuma contém todas as informações corretas sobre sódio e gordura, que em excesso causam danos à saúde. O índice de erro chegou a 75% das amostras.</div>
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<div>O estudo será publicado na "Revista de Saúde Pública". A autora da análise, Cássia Lobanto, pesquisadora da divisão de alimentos do Lutz, conta que selecionou os produtos que mais aparecem nas cantinas das escolas.</div>
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<div>Segundo o estudo, o principal motivo para a reprovação das embalagens é erro nas informações nutricionais. O mais recorrente é que a quantidade de gordura e sódio declarada é menor do que a atestada nas análises em laboratório. "A informação nutricional correta ajudaria as mães, por exemplo, a saber a composição real da dieta das crianças, se os filhos não estão ingerindo sódio ou gordura em excesso", diz Cássia.</div>
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<div>Os produtos foram colhidos pela equipe da vigilância sanitária estadual em fábricas na capital paulista entre 2001 e 2005. Neste período, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a adequação e a informação correta nos rótulos dos alimentos. As empresas ainda estão no prazo para fazer as mudanças.</div>
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<div>A pesquisa do Lutz não é a única que atesta a inadequação da rotulagem dos alimentos. A nutricionista Elaine Occhialini, que trabalha na Escola da Vila, na zona oeste, também analisou produtos levados pelos estudantes e reprovou o que encontrou. Ela disse que os achocolatados em caixinha ofereciam metade do cálcio indicado e, de nove marcas de bolachas, sete tinham o dobro de gordura e sal do que o recomendado.</div>
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<div>A qualidade de vida das crianças, mostram estudos nacionais e internacionais, está cada vez mais ameaçada por problemas relacionados à má nutrição. Os índices de sobrepeso e obesidade já estão na casa dos 34%, segundo avaliação da Faculdade de Saúde Pública feita com 450 crianças paulistanas; o colesterol deixou de ser problema exclusivo de adultos e está em quatro em cada dez adolescentes monitorados por pesquisa da Unicamp. Hipertensão e diabetes também já fazem parte do cenário infantil</div>
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<div>O professor Benjamin da Silva, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de São Paulo (Sieesp), diz que só com educação alimentar, ministrada nas escolas, "estes índices serão revertidos".</div>
<p><b>Fonte: </b>Agência Estado – 17/04/2009</p>]]></description></item></channel></rss>
